terça-feira, 21 de junho de 2011

Tim Maia e a musica do Padre Cicero




Compreender este período é arrostar a realidade que cercou nossos antepassados, nossos heróis e todos aqueles que lidaram com a mudança, com a dinâmica da busca da novidade que engendraria as estruturas de um município em gestação.
Hoje, é um dever de todos os que aqui estão estabelecidos, continuar lutando para defender os interesses de Juazeiro. Honrar os nossos antepassados é não tergiversar diante da adversidade. É perceber, como os nossos heróis compreenderam, que o interesse coletivo agredido não pode ficar condicionado, apenas, à vontade do sistema, a interesses de uma restrita clientela, grupo ou partido; mas, sobretudo, à VERDADE, à JUSTIÇA, à LIBERDADE, à PAZ e à INDEPENDÊNCIA.

Juazeiro do Norte-CE: 200 mil pessoas devem festejar centenário


*Juazeiro - antigo



Comemorado no próximo dia 22 de julho, o Centenário de Juazeiro do Norte gera sobre si a expectativa de ser a maior festa já realizada na região do Cariri cearense. Um relógio na Praça Padre Cícero, principal ponto de encontro da cidade, dá o clima de contagem regressiva para a festa que já vem sendo celebrada há dois anos. Cerca de 200 mil pessoas devem participar das celebrações.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Ativista indiano faz um dia de jejum contra a corrupção



Um guru indiano que conta com milhões de seguidores neste país iniciou neste sábado uma greve de fome contra a corrupção frente milhares de seus fiéis, apesar dos esforços do Governo de evitar um protesto que desperta receios entre as autoridades.

Um jejum "até o final", seguindo suas próprias palavras, cuja iniciativa, que anunciou na quarta-feira, recebeu apoio entre diversas camadas da população, além de líderes e comunidades espirituais do país.

O protesto ocorreu em Nova Délhi em um extenso recinto coberto de toldos alaranjados, onde se penduravam centenas de ventiladores e ao que desde início da manhã chegaram famílias inteiras para apoiar o líder.

"Estou realizando uma greve de fome para apoiar o movimento, igual que os milhares de pessoas que se encontramos aqui, e levaremos este jejum até a morte se nossas reivindicações não forem escutadas", assinalou à Agência Efe P. Venugopal Rao, funcionário de uma empresa automobilística.

O Executivo indiano tentou até a noite de sexta-feira convencer o popular guru, que conta com milhões de seguidores no país graças a seus programas de ioga na televisão, para que desistisse de sua iniciativa.

Um dos principais líderes do governamental partido do Congresso, Digvijay Singh, questionou o guru, reforçando seu luxuoso estilo de vida.


Será que se algum brasileiro manifestasse um jejum funcionaria aqui no Brasil ??? rsrs

terça-feira, 7 de junho de 2011

Não procure ser coerente




Não procure ser coerente o tempo todo. Afinal, são Paulo disse que “a sabedoria do mundo é loucura diante de Deus”.

Ser coerente é usar sempre a gravata combinando com a meia. É ser obrigado a ter, amanhã, as mesmas opiniões que tinha hoje. E o movimento do mundo – onde fica?

Desde que você não prejudique ninguém, mude de opinião de vez em quando, e caia em contradição sem se envergonhar disso.

Você tem este direito. Não importa o que os outros pensem – porque eles vão pensar de qualquer maneira.

Por isso, relaxe. Deixe o Universo se movimentar à sua volta, descubra a alegria de ser uma surpresa para você mesmo. “Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios”, diz são Paulo.

domingo, 15 de maio de 2011

Renato Russo versos Cazuza

Até hoje vigora a discussão sobre aquele que teria sido o mais proeminente e representativo poeta da década perdida, os anos oitenta.A questão ainda é tema de debate em blogs, comunidades virtuais, e vira e mexe a gente se depara com um reply desses no twitter: Cazuza ou Renato Russo?
Fácil, fácil a resposta: nenhum deles somente, ou seja, os dois juntos.
Os dois representam a completude de um período conturbado de reconstrução democrática do Brasil: dúbio como teria que ser, antagônico a si próprio e contraditório pra todo sempre.
Enquanto um questionava: Que país é esse? O outro dava a resposta: Brasil.
Um se achava bonito, era sedutor, de autoestima invejável, expansivo e de poesia direta: “Raspas e restos me interessam”.

O outro se achava feio, era introspectivo, complexado, preferia curtir os dias de chuva e assim se definia numa de suas canções mais líricas: “Acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto”.
Cazuza diz ter ficado louco quando Renato Russo surgiu no cenário da música brasileira: “O que é isso?! Que loucura! Esse cara está dizendo algo que eu quero dizer. Quero falar da minha geração”. Diz ter feito “Brasil” com certa “inveja cultural” de “Que país é esse?”.
Na tentativa de conciliar os talentos, um dia Renato Russo e Cazuza se propuseram uma parceria.
Não deu certo.
Cazuza havia mandado a Renato uma letra chamada “A orelha de Eurídice”.
Renato foi categórico: “O que é isso Cazuza? Uma letra que fala sobre orelha? Jamais vou fazer uma música sobre isso”.
Cazuza, na gíria carioca, teria respondido “Qualé Renato? Eu adoro uma orelha, vamos tentar!”
A parceira inconciliável terminou por aí. Mas a admiração mútua nunca teria acabado.

Perto do fim do calvário público do colega de geração, Renato Russo compôs “Feedback Song for a Dying Friend” (Canção retorno para um amigo à morte) uma canção de despedida em inglês. Além disso, fez uma bela inserção de “Faz Parte do Meu Show” em uma apresentação da Legião no Estádio das Laranjeiras, um dia após falecer o compositor de “O Tempo não Para”.

Pra tentar resumir o placar do jogo, costumo dizer que Cazuza deixou canções livres, sem se ater a um estilo musical predileto. Não era apenas um cantor de rock. Cultivava uma linha mais direta na poesia, era meio bossa nova, meio rock´n roll, mas nem por isso se tornara tão ou mais cativo quanto o rival de Brasília.

Renato Russo, paradoxalmente sendo “mais difícil”, vendeu mais, e conseguiu criar literalmente uma religião em torno de sua banda, idéia que abominava. Renato não deixou apenas canções, mas uma espécie de código quase bíblico a ser decifrado na leitura ininterrupta dos discos da Legião, do primeiro, Legião Urbana (1985) ao último “A Tempestade ou Livro dos Dias” (1996).


Há quem diga que até a seqüência do disco póstumo da banda, “Uma Outra Estação” (1997), Renato deixara alinhavada para os remanescentes da Legião apenas cuidarem de detalhes de produção.

Ambos, Cazuza e Renato Russo, morreram de complicações decorrentes da AIDS. Um aos 32, outro aos 36. Como se seguindo a sina do sonho de democracia que tanto questionaram: morreram cedo demais.
Nos seus últimos dias, um optou por mostrar a cara, assim mesmo como dizia a letra de sua música. O outro, não negou sua natureza, mergulhou no seu próprio mundo e preferiu deixar o recado nas entrelinhas do seu último disco em vida: “Hoje a tristeza não é passageira, hoje fiquei com febre a tarde inteira”. Nesse ponto nenhum deles foi incoerente, todos foram verdadeiros.
A vida de Cazuza já virou filme, de grande sucesso, com algumas passagens obscuras, com referências vetadas pelos pais do poeta, a exemplo do relacionamento de Cazuza com Ney Matogrosso, que ao gravar “Pro Dia Nascer Feliz” teria sido fundamental para o estouro do então desconhecido Barão Vermelho.

Já a trajetória de Renato Russo promete invadir as telas do cinema, com o longa “Somos tão Jovens”, que pretende retratar o percurso do “Trovador Solitário” pela jovem Brasília da década de 70 até o estrelato daquela que ainda hoje é considerada a maior banda de rock da história do país, a Legião Urbana.
Quase duas décadas depois de encerrado o ciclo da geração coca-cola, hoje se percebe mais claramente que não há de fato “o porta-voz” de uma geração, isso porque aquela geração nunca teve uma voz bem definida.



Era tudo o que poetas como Renato Russo e Cazuza, burgueses sem religião assumidos, em contraponto ao adorno exagerado da Tropicália, tinham a dizer sobre si mesmos, mais como o reflexo de uma coletividade sem alma, que propriamente com a pretensão de retratar um país tido como tropical. E talvez por isso mesmo acabaram dizendo mais.

Nas palavras de Renato Russo “Monstros de nossa própria criação”. Nas palavras de Cazuza “Uma geração sem ideologia”.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Obrigada Senhor  pelas maravilhas que tens me dado e ajude que eu nunca deixe de te louvar.
"" O Senhor é Meu Pastor e Nada Me Faltará ''.