terça-feira, 7 de abril de 2015

A dor

 


          O sofrimento humano tem sido em múltiplos, onde não se encontra uma mesma dor de um mesmo tom.E ela se renova barbaramente como um dartro , em meio que prazer e se fortalece se não nos perdoaremos pelos nossos erros e  aos outros pelo que nos afligiram. A  alma não consegue crescer, e a culpa isola, pois o crescimento é um processo de uma reconexão com nós mesmo.

           A dor se advém do que se foi sonhado e não cumprido, projeções irrealizadas. Sorrir, quando ela te tortura , Errônea fé , suspiros de languidez, assim atravessastes a dor da própria solidão na estéreo certeza do castigo das amargas memórias. E se tornamos prisioneiros de nós mesmos, mas não nos castiguemos pra não ter que sofrer duas vezes. Pois a única função dar dor é de ensinar algo. E isso é o suficiente,

            Como aliviar a dor do que não foi vivido ? Por que algumas dores duram tanto ?

        Efêmero, esperanças perdidas que reaviva. Que o desejo envolva o escombro de um abraço, e que vença a escuridão da dor, resplandecendo a luz amoldado ao eixo da sombra... a luz.


Keila Cristina


   

sábado, 28 de março de 2015

O tesouro


                            Como diz um grande amigo, falar de si pesa. E ele tem razão.

           Porém é bem mais fácil falar dos outros do que de si. Somos tão rico de conhecimentos e ao mesmo tempo não entendemos nada.

           Quando atingimos um certo grau de experiência, você aprende a relaxar em qualquer circunstância, pois não se pode ir contra as verdades, é ofensivo forçar a situação, além do que se contribui para o crescimento. E o mais coerente a se fazer é livrar se de tudo que não é saudável. Sem temer o tempo livre e desistir de fazer grandes planos, conhecer seus limites fixando o olhar com mais atenção no presente, pois tolo é quem pensa no futuro antes do presente.

              É indispensável o uso que o homem faz de seu próprio conhecimento. Pratiquemos coisas boas, para que o futuro repita o que fizemos ontem e hoje, Então aproveite as bençãos de cada dia, pois cada benção só acontece num único dia, então não deixe que ela se perca no vácuo. Se vivermos cada minuto, encontraremos a saída , a pista correta das decisões perante a concordância da razão. Pois melhor que supor é descobrir, obtendo-nos a explicar com tamanha lucidez.

                 O maior dos talentos é a paciência, coincidindo com as inspirações que brotam do coração com aquilo que identifica a realidade do tesouro, tesouro esse fruto da vigilância constante e de grande intensidade e que nada se pode medir e só descoberto na simplicidade.

             
                                                                                       Keila Cristina

quarta-feira, 25 de março de 2015

A paz



Até quando terei que esperar, não quero reclamar, só perceber, sinto que esse tempo todo irá ser generoso pela espera. Quero ter o merecimento, assim como muitos tiveram, e que o vento sopre ao meu favor, E me traga o sossego, acalmando a minha pressa, só isso me interessa, e me irrita , me angustia, mas não quero reclamar. Só quero paz, pois tudo isso tem uma certa lógica que ainda não sei qual é, e que eu alcance a promessa, uma promessa feito por mim e para mim e pro mundo. 
Pois  pensamento está em órbita me trazendo uma certa intuição, pelo desejo de se ter ou ser.Gosto de ficar de olhos fechados, pra perder  a hora, esquecer o tempo, sentir, pressentir, por que os sonhos continuam dentro de mim.E onde quer que eu vá, os pensamentos irão me encontrar, pois estão cravados em mim. Mais um dia vem e vai, e eu conto os dias por alguns anos. 
Deixo-me permitir e a esperança entrar, pois a força do querer se estabelece com mais intensidade, e a sintonia me faz mais forte, Quero dançar, pra poder dizer , mesmo sem ter o que dizer , e prefiro andar com minha bagagem e depois voltar com a boa sensação e a impressão de que já não perdi tanto tempo.
Na vida real  não existe a perfeição. E o barulho toma conta, melhor apagar a luz, aqui e ali, e esquecer, cantar e dançar  e agradecer.
Gritos continuam, e isso acontece a qualquer hora, mas não há nada de errado, só a urgência de resolver tudo de uma vez, mesmo sabendo que isso não é possível. Sem censuras, não foi eu e nem você que inventou a poesia,  problemas existem e sempre existiram... e existirão, e os poemas tem rima, no silêncio da tua conduta, e a conquista do espaço. Acredito que lá do alto das montanhas deve ser bem mais aprazível, considerável, e francamente já não faz frio nem calor, mesmo com  nuvens cobrindo  o céu,  ventos soprando e sol radiando.
E que a curiosidade de olhar para dentro e virar esse jogo, se torne mais forte !

sábado, 3 de janeiro de 2015

Somos passageiros dessa viagem contínua, e não deixamos rastros, isso surpreende a todos, e não chove , mas aqui dentro está em tempestade. Sem mentiras, num passo e não estou mais lá.Em outro dia não se pensa mais nada. Vá siga em frente e não se preocupe com o que está trás. Tudo tem uma solução, e problemas existem e faz parte do cotidiano.Falamos a mesma língua, só que ninguém entende. A dor que já não dói, mas corrói e roi, mas temos muito tempo ainda pra mudarmos essa situação , basta querer e entender. Todos amam, e se chocam, e querem paz fazendo guerra.Os dias passam rápido, e acredite. Tudo tem explicação ! E o silêncio trás as lembranças mais sórdidas e mórbidas, de uma tarde vazia.Insanos, todos são.
E as coisas acontecem e se baixar a cabeça, tudo passará como um relâmpago, e espere o que irá acontecer.
Keila Cristina

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Natal



O consumismo toma conta das datas comemorativas. E é nesse período que o comércio recebe e percebe-se como as pessoas sãos influenciadas ao exagero,com produtos supérfluos, por enganosas promoções, mas que não deixam a desejar.E com isso, cada vez mais atinge uma grande massa dependendo da demasiada propaganda. A mídia induzem ao consumismo exacerbado.
Essa excessividade , me lembra um poema de Drummond que diz: '' na sociedade do consumo, a essência do eu está  associada a etiqueta que o sujeito usa. Isso refere-se a publicidade, que tem como propagar hábitos e valores fomentando falsas necessidades e ilusórios desejos da população em geral.
Em uma fase da vida, em que a adesão ao grupo do que a afirmação da individualidade, os adolescentes formam o público mais vulnerável a propaganda.Mas, esse fascismo midiático da publicidade não é diferente em adultos.
Pois o Natal, onde deveria ser reconhecido e  celebrado com o seu verdadeiro sentido é hoje,
considerado como a época que mais se lucra.E é aí que se vê a necessidade de mais verdade.
As pessoas se tornam mais depressivas e nem percebe porque isso acontece. A insegurança e a ansiedade são retratos desenvolvido diante principalmente dessas questões.
Tenho fé na  reafirmação para o verdadeiro sentido, e que isso possa ser aplicado no decorrer das datas consecutivas de nossa atitude cristã para toda a vida. E encontrar a luz e que cada um possa acalentar sua fé pelo ensino e a prática dos princípios.

Keila Cristina



domingo, 14 de dezembro de 2014

Poesia

Que nunca nos falte a poesia,
Alguma poesia, 
Qualquer poesia que me deixe sonhar.
Cantar,
Poesia sempre !
Que me alimente de esperança, 
De vida,
Ganhei meu dia,
Curtindo aqui a brisa.
Pássaros cantam,
E o sol voltou a brilhar.

Como é bom viver, 
E abraçar a vida com paixão,
E melhor ainda é descobrir que a vida tem muito significado.

A época de estiagem  acabou !
E o meu jardim quase seco, floriu.
E tudo esclarece,
O meu coração enobrece,
As plantas estão regadas.
Que todos consigam cumprir o seu destino,
Que faça o seu destino.


A sua irritação não irá resolver problema nenhum.
Olhe para o céu, 
Lá sempre faz bom tempo,
Repouse sua dor,
Não estrague mais seus dias.

Abro o jogo !
Mas prometo, que não contarei os fatos de minha vida.
Descubra a sua.
Deixe fluir infinitamente,
E tenha fome,
Escute a  chuva,
E deixe chover.
E entenda a sutileza do sentimento,
Transforme seu erro em virtude,
E deixe que sua árvore floresce em todas as estações.


                                             Keila Cristina


sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Fome de esperança




Trago flores,
Teço planos.
Trago na cabeça todos os verões
E o inverno que não temos.
Trago as canções e as intensões,
Até chegar ao inexistente da nossa vida real.
Entre o infinito e o presente.
E na falta de algo,
Tem haver com o que ainda não se tem,
Colocados
E por efeito  bagunça-se os sentidos,
Como uma harpa desafinada.
Uma vida mesmo perspicaz,
Não tem como se livrar dos galhos e espinhos,
Mas rubra
E resplandecendo
Ela cresce como uma planta em adubação,
Por fome da esperança e prosperidade.





Keila Cristina